Cada vez mais somos informados com os cuidados a ter com este aparelho quase indispensável a qualquer cidadão.
A realidade é só uma, o uso frequente deste aparelho provoca danos no ser humano, não vale a pena estar a tentar negar tal facto. O problema deste aparelho, que nos causa danos, é a radiação por ele emitida.
O investigador Dirk Adang, acaba há pouco tempo de realizar um teste com 124 ratinhos de laboratório, para tentar ainda mais confirmar o perigo de usufruir este aparelho.
“Para o estudo expôs três grupos de animais durante 18 meses (cerca de 70% da duração média da vida dos roedores), duas horas por dia, a diferentes níveis de radiação, enquanto os outros animais ficaram num grupo controlo não exposto às radiações.
Nos três grupos de ratinhos expostos à radiação a taxa de mortalidade alcançou os 48,4, 58,1 e 61%, valores superiores aos 29% do grupo controlo. Adang estudou ainda o impacto da radiação na memória dos roedores e concluiu que uma longa exposição, de 15 meses, causa evidentes perdas de memória.” (informação disponível no site www.mni.pt)
Como podemos ver, o uso excessivo do telemóvel pode provocar perdas de memória, claro que não nos podemos comparar aos ratos de laboratório, mas estes seres são os mais indicados para realizar estes testes, porque se assemelham um pouco ao ser humano.
Estas radiações seriam, de certo modo, um pouco postas de lado, caso os utilizadores de telemóveis tentassem tê-lo o máximo possível longe do seu corpo, como por exemplo: coloca-lo enquanto caminham na carteira no caso das senhoras e no caso dos homens coloca-lo numa bolsa ou pasta.
Também é aconselhável que não efectuem demasiadas chamadas, somente chamadas de emergência, optando portanto por realizarem mensagens escritas ou multimédia.
No caso das crianças, é aconselhável que nem sequer possuam este terminal, porque os seus corpos estão em desenvolvimento e pouco protegidos.























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