Publicado por Gabriel Midao 8 de Agosto de 2009 1 Comentário
O iPhone é um telemóvel que vive do fascínio mediático. É grande, é caro, não tem características que noutros são banais, tem uma loja de aplicações cuja maioria é paga – quando programas semelhante se encontram de forma gratuita noutros espaços online. E, no entanto, é um aparelho tecnológico que impressiona positivamente.
O novo iPhone 3G S (num modelo da Vodafone que o DN testou), não elimina estas críticas – que já se ouviam aos modelos anteriores – e prolonga o “velho” debate de saber se por quase 700 euros (sem fidelização e para o modelo de 32 GB) não se encontram melhores telemóveis no mercado, com mais funcionalidades e se este novo modelo não passa de uma simples evolução tecnológica. Quem se preocupa com isso vai com certeza adquirir outro telemóvel.
A maioria dos compradores do novo iPhone não quer saber se ele tem mais memória interna, um melhor e mais rápido processador ou se a câmara fotográfica tem apenas 3 megapixéis – quando modelos de outras marcas quase atingem o triplo dessa resolução.
É um produto para iniciados e, como tal, quem o tem sabe porque o quer e liga pouco às críticas. E se as há, a começar por um detalhe aparentemente menor mas que é a primeira estupefacção de quem compra o novo iPhone sem conhecer previamente o aparelho: onde está a ranhura para a inserção do cartão SIM?
Nos outros aparelhos, é fácil. É muito fácil, aliás. No 3G S, essa é apenas a primeira prova. Depois de ultrapassada – e não é fácil fazê-lo sem ajuda exterior – pode-se então desfrutar do aparelho.
A definição do ecrã é notável e não deixa indiferente mesmo quem usa os ecrãs Amoled da Samsung, por exemplo. Por este ser maior? Talvez.
Ainda no hardware, percebe-se como o iPhone marcou uma geração de telemóveis (há o antes e o depois) e não é apenas pelo ecrã táctil. Com apenas três botões físicos (que mal são usados) mais um botão de funções, tudo é muito fácil de gerir, de activar e de compreender.
Quase vinte aplicações ocupam o ecrã principal, facilitando assim o acesso a cada uma delas. Há para todos os gostos mas a ideia essencial é ter à mão as mais usadas, como as mensagens, calendário, fotografia, YouTube, mapas ou bússola. E o som. Seja pelas músicas compradas no iTunes, a possibilidade (nem sempre fiável) de ter controlo de comandos por voz ou nas simples gravações de memorandos, a qualidade sonora desmarca-se da concorrência.
Claro que tudo isto se paga e bem. Recentemente, o analista Turley Muller afirmou que a margem de lucro por aparelho atinge os 58,4% – um valor que permite à Apple “subsidiar baixas de preços no resto da sua linha de produtos sem qualquer impacto notório” nos lucros.
Uma curiosidade: o 3G S chegou a Portugal na semana passada, quando corriam ameaças de uma vulnerabilidade grave ao nível dos SMS neste aparelho. Na obrigatória ligação ao iTunes (outra desvantagem perante a concorrência), o patch de resolução do problema já estava disponível. Apesar da concorrência de milhares de utilizadores a buscar a mesma solução, os servidores da Apple aguentaram sem problema a fila para o download. Nota positiva também num domínio em que é fácil falhar.

iphone_3gs

O iPhone é um telemóvel que vive do fascínio mediático. É grande, é caro, não tem características que noutros são banais, tem uma loja de aplicações cuja maioria é paga – quando programas semelhante se encontram de forma gratuita noutros espaços online. E, no entanto, é um aparelho tecnológico que impressiona positivamente.

O novo iPhone 3G S, não elimina estas críticas – que já se ouviam aos modelos anteriores – e prolonga o “velho” debate de saber se por quase 700 euros (sem fidelização e para o modelo de 32 GB) não se encontram melhores telemóveis no mercado, com mais funcionalidades e se este novo modelo não passa de uma simples evolução tecnológica. Quem se preocupa com isso vai com certeza adquirir outro telemóvel.

A maioria dos compradores do novo iPhone não quer saber se ele tem mais memória interna, um melhor e mais rápido processador ou se a câmara fotográfica tem apenas 3 megapixéis – quando modelos de outras marcas quase atingem o triplo dessa resolução.

É um produto para iniciados e, como tal, quem o tem sabe porque o quer e liga pouco às críticas. E se as há, a começar por um detalhe aparentemente menor mas que é a primeira estupefacção de quem compra o novo iPhone sem conhecer previamente o aparelho: onde está a ranhura para a inserção do cartão SIM?

Nos outros aparelhos, é fácil. É muito fácil, aliás. No 3G S, essa é apenas a primeira prova. Depois de ultrapassada – e não é fácil fazê-lo sem ajuda exterior – pode-se então desfrutar do aparelho.

A definição do ecrã é notável e não deixa indiferente mesmo quem usa os ecrãs Amoled da Samsung, por exemplo. Por este ser maior? Talvez.

Ainda no hardware, percebe-se como o iPhone marcou uma geração de telemóveis (há o antes e o depois) e não é apenas pelo ecrã táctil. Com apenas três botões físicos (que mal são usados) mais um botão de funções, tudo é muito fácil de gerir, de activar e de compreender.

Quase vinte aplicações ocupam o ecrã principal, facilitando assim o acesso a cada uma delas. Há para todos os gostos mas a ideia essencial é ter à mão as mais usadas, como as mensagens, calendário, fotografia, YouTube, mapas ou bússola e o som. Seja pelas músicas compradas no iTunes, a possibilidade (nem sempre fiável) de ter controlo de comandos por voz ou nas simples gravações de memorandos, a qualidade sonora desmarca-se da concorrência.

Claro que tudo isto se paga e bem. Recentemente, o analista Turley Muller afirmou que a margem de lucro por aparelho atinge os 58,4% – um valor que permite à Apple “subsidiar baixas de preços no resto da sua linha de produtos sem qualquer impacto notório” nos lucros.

Uma curiosidade: o 3G S chegou a Portugal na semana passada, quando corriam ameaças de uma vulnerabilidade grave ao nível dos SMS neste aparelho. Na obrigatória ligação ao iTunes (outra desvantagem perante a concorrência), o patch de resolução do problema já estava disponível. Apesar da concorrência de milhares de utilizadores a buscar a mesma solução, os servidores da Apple aguentaram sem problema a fila para o download. Nota positiva também num domínio em que é fácil falhar.

Fonte: Diário de Notícias

Gabriel Midao
O meu nome é Gabriel Midão, sou um aficionado por tecnologia e internet e neste momento estudo na faculdade engenharia e gestão industrial. Criei e neste momento colaboro neste blog para poder falar sobre alguns assuntos que despertam o meu interesse como updates, lançamentos, rumores e especulações de telemóveis. Caso pretenda entrar em contacto comigo, envie um email para gabrielmidao@gmail.com

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Comentários pelo Site - 1 Comentário

  1. maam diz:

    Palavras para quê!!!

    Quem o tem está muuuuito bem servido,é de facto o melhor dos melhores, ponto final parágrafo

    Melhores Cumprimentos




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